Dos palcos para o asfalto. A ex-loira do É o Tchan, Silmara Miranda, decidiu abandonar os holofotes dos shows para se dedicar ao combate ao tráfico, proteção de fronteiras, e atualmente o único som que faz parte do seu dia-a-dia é a sirene nas viaturas da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Silmara fez concurso para a PRF em 2019 e entrou na corporação em 2020. Primeiro, atuou em Santa Catarina e, depois, em Brasília.
A ex-dançarina, que ficou na banda por cinco anos, de 2003 a 2007, acompanha o trabalho do grupo à distância há 16 anos, e lembra do tempo junto a integrantes do grupo. “Foi um ciclo maravilhoso em minha vida, mas que chegou ao fim há 16 anos. Tenho um carinho muito grande por todos do grupo”, diz Silmara.

Em 2007, Silmara decidiu mudar de vida e passou a se dedicar aos estudos para conseguir aprovação em concurso público. A escolha foi pela PRF. “Não há que se falar em compatibilidade com a vida artística, pois o investimento em meu âmbito profissional está voltado para a excelência da segurança pública junto à Superintendência da PRF no DF”, diz a servidora pública.
“A responsabilidade como policial rodoviária federal é grande, não só na atuação, referente à prevenção e repressão de crimes nas rodovias federais, como também na segurança viária, trabalhando incessantemente no sentido de reduzir mortes e acidentes”, ressalta Silmara.
A ex-loira do É o Tchan cursou educação física, mas se formou em jornalismo e fez MBA (especialização) em jornalismo estratégico e em assessoria de imprensa. Ela também foi aprovada em um concurso da Polícia Civil de Santa Catarina para o cargo de escrivã, em 2017, mas preferiu a PRF.







