O ativista LGBTs Agripino Magalhães pedirá indenização de dois milhões de reais ao jogador.

Neymar está prestes a se envolver novamente com a polícia. Após o vazamento de um áudio dele e seus amigos, os famosos ‘Parças’, xingando o padrasto do atleta , Tiago Ramos, devido a briga, que ocorreu na última terça-feira (02), no apartamento da mãe do jogador, Nadine Gonçalves, em Santos, e Ramos precisar ser  socorrido de ambulância ao ferir gravemente o braço.

A denúncia, protocolada pelo Ministério Público de São Paulo , foi movida por ativistas LGBTQ+ que apontaram o crime de homofobia e formação de quadrilha.

No conteúdo vazado, mostra Neymar preocupado com o ocorrido e chama Tiago Ramos de “viadinho” e de “dá o cu do caralho”. Já os seus parças, sugerirem  que como castigo como matar ou enfiar um cabo de vassoura em Thiago, mas Neymar ignora os comentários dos amigos e continua falando sobre a briga.

Um documento de autoria do ativista gay Agripino Magalhães com a consultoria do  advogado Angelo Carbone, pede a apreensão da gravação e a quebra de sigilo de todos os envolvidos na conversa vazada com  “falas homofóbicas e ainda visa penalizar com agressões físicas, sodomia e empalhamento de uma criatura humana”.

O documento continua: “Sendo Neymar pelo status de formador de opinião e ele está pedindo para que seu grupo pratique crimes, seria o caso de uma preventiva”. 

“Nós estamos pedindo uma pedida indenização de dois milhões de reais em benefício de uma ONG que trata e orienta pessoas ameaçadas, humilhadas e maltratadas por homofóbicos”, contou à coluna Agripino Magalhães.