Com algumas medidas, dá para “secar” sem abrir mão da saúde e do bem-estar

Após alguns meses em distanciamento social muita gente começa a sentir, no corpo, os efeitos do “combo” ansiedade, falta de exercícios físicos e alimentação desregrada causados em consequência da pandemia do Coronavírus

No entanto, é possível minimizar o impacto no corpo – e, sobretudo, na saúde – com algumas medidas simples, sem precisar sair de casa e causar aglomeração.

A médica nutróloga Marcella Garcez ensina como:

Aumente o consumo de proteínas e gorduras boas: segundo a profissional, esses nutrientes são necessários para a manutenção da massa magra

E mais que isso: eles ajudam a fazer o corpo se sentir mais satisfeito, além de terem uma melhor digestão. Feijões, ervilhas ou cortes magros, como peru, frango e peixes, devem entrar no menu. A carne vermelha, por sua vez, precisa ter o consumo controlado.

Coma sem pressa: aproveite que está em casa para fazer do momento das refeições um puro deleite. Esqueça o celular ou tevê. Mastigue várias vezes e prove cada ingrediente separadamente, para saborear a refeição por completo e, de quebra, controlar o aumento de peso

Respeite horários: nada de comer em momentos alternados. Estipule um horário comum para cada refeição, coloque alarmes e respeite-os.

“Caso contrário, os níveis de açúcar no sangue permanecem elevados sobrecarregando o organismo, o que faz com que haja aumento no armazenamento de gordura”, diz médica

Pode atrapalhar a degradação da gordura pelo organismo, que ocorre naturalmente durante a noite, dificultando o emagrecimento”, emenda.

Malhe, mesmo que seja na sala: já é comprovado que 20 minutos de exercícios intensos são suficientes para surtir efeitos durante horas. Na web, não faltam treinos de HIIT para suar a camisa sem precisar de nenhum aparelho. Mexa-se !

“O exercício físico é necessário para quem quer perder peso pois ajuda a elevar o gasto energético, queimar gordura e aumentar e manter a massa magra”, encerra. Não deixe de beber bastante água antes, durante e depois a prática.

Fonte : Metrópoles