A investigação sobre a família da ex-sinhazinha Djidja Cardoso, encontrada morta na última terça-feira (28), está focada em suspeitas de envolvimento com tráfico de drogas e associação com o crime. Segundo o advogado da família Cardoso, a prisão de Cleusimar, mãe de Djidja, e Ademar, irmão da empresária, os “salvou da morte”.
Em audiência de custódia que ocorreu na última sexta-feira (31), a legalidade da prisão preventiva de Cleusimar e Ademar foi legitimada. Vilson Benayon, advogado da família, afirma que no momento da prisão, a mãe e o irmão estavam incapazes de prestar depoimento, uma vez que estavam sob efeito de substâncias ilícitas. Ele solicitou exames toxicológicos e a internação compulsória em um instituto de reabilitação.
“Pedimos o toxicológico e a internação compulsória dos dois em uma clínica de reabilitação. Eles foram atendidos na enfermaria do complexo prisional em crise de abstinência. Ontem estavam de um jeito, hoje estão de outro. O que eles têm é uma patologia, a prisão os salvou da morte”, disse Vilson.
Os familiares foram tratados na enfermaria do complexo prisional, durante crises de abstinência. De acordo com o advogado, uma parte da receita gerada pelo salão Belle Femme, do qual Djidja era sócia, era utilizada para sustentar o vício da família.





