O embaixador iraniano na ONU, Majid Takht Ravanchi, passa por um tratamento contra um câncer em um hospital de Nova York. Em julho, os EUA restringiram os movimentos de Zarif a apenas seis quadras da cidade. O Departamento do Estado dos EUA afirmou que permitiria a visita solicitada ao hospital apenas se o Irã libertasse um dos vários cidadãos que atualmente estão “detidos incorretamente”.
A agência estatal Irna citou o vice-ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, segundo o qual os EUA haviam tornado questões humanitárias “reféns” de causas políticas.
A discussão ocorre em um quadro de tensões bilaterais, após o presidente americano, Donald Trump, decidir mais de um ano atrás retirar unilateralmente os EUA do acordo nuclear internacional com o Irã. Os EUA impuseram sanções que impedem Teerã de vender petróleo ao exterior e prejudicam sua economia. Desde então, o Irã tem quebrado alguns termos do acordo.









