O Senado aprovou ontem em dois turnos, com amplo apoio da oposição e aval do líder do governo, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita decisões individuais de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa foi defendida pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e teve 52 votos a favor e 18 contra, sem abstenções. O texto agora segue para a Câmara dos Deputados, onde a tendência é que enfrente mais resistências.
A PEC faz parte de um pacote de projetos do Senado que busca impor freios à atuação da Corte — há na lista também a criação de mandatos para os magistrados — e funcionou para que Pacheco fizesse um aceno aos bolsonaristas da Casa. Uma modulação no projeto aprovado ontem, no entanto, possibilitou a ampliação do apoio entre os parlamentares.







