Existem 27 maneiras diferentes pelas quais o corpo humano sucumbe ao superaquecimento, diz pesquisador.
A estudante Ana Benevides morreu após passar mal durante o show da cantora Taylor Swift, por conta do forte calor na cidade. Ela tinha 23 anos e cursava Psicologia da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), no Mato Grosso. Ao GLOBO, um amigo da vítima relatou que ela passou no início da apresentação, no momento em que a primeira música era executada no palco.
Nas redes sociais, diversas pessoas que estavam no local reclamaram da proibição da entrada no local do show sem garrafas d’água, por conta de restrições impostas pela segurança no local. O Brasil enfrenta uma forte onda de calor.
No Rio de Janeiro, onde o caso ocorreu, a estação meteorológica do Sistema Alerta Rio, da prefeitura do Rio, registrou em Guaratiba, na Zona Oeste, a maior sensação térmica desde 2014, quando foi iniciada a marcação. No local, a sensação de calor chegou aos 59,3 graus, às 10h20, desta sexta-feira.
Existem 27 maneiras diferentes pelas quais o corpo humano sucumbe ao superaquecimento, que vão desde insuficiência renal até envenenamento do sangue quando o revestimento do intestino se desintegra. Todas podem resultar em morte em poucas horas, afirmou Camilo Mora, professor associado do departamento de geografia da Universidade do Havaí em Manoa, em entrevista à revista Time.
A temperatura corpórea considerada normal varia entre 36º C e 37,2º C. Quando a temperatura do ambiente é igual ou superior à interna, a única forma de evitar o superaquecimento do organismo é pelo suor. Os capilares, minúsculos vasos sanguíneos próximos à pele, se expandem na tentativa de eliminar o calor. Mas quando a umidade do ar é alta, a transpiração acaba se tornando menos eficaz porque o ar já está saturado de “água”. Como resultado, o corpo não esfria e a temperatura aumenta, desencadeando uma série de protocolos de emergência para proteger as funções vitais.
Existem 27 maneiras diferentes pelas quais o corpo humano sucumbe ao superaquecimento, que vão desde insuficiência renal até envenenamento do sangue quando o revestimento do intestino se desintegra. Todas podem resultar em morte em poucas horas, afirmou Camilo Mora, professor associado do departamento de geografia da Universidade do Havaí em Manoa, em entrevista à revista Time.
A temperatura corpórea considerada normal varia entre 36º C e 37,2º C. Quando a temperatura do ambiente é igual ou superior à interna, a única forma de evitar o superaquecimento do organismo é pelo suor. Os capilares, minúsculos vasos sanguíneos próximos à pele, se expandem na tentativa de eliminar o calor. Mas quando a umidade do ar é alta, a transpiração acaba se tornando menos eficaz porque o ar já está saturado de “água”. Como resultado, o corpo não esfria e a temperatura aumenta, desencadeando uma série de protocolos de emergência para proteger as funções vitais.






