Parte do Inquérito dos Atos de 8 de Janeiro inclui solicitação, com ex-presidente sob investigação.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes solicitou que diversas redes sociais encaminhem à Procuradoria-Geral da República (PGR) todas as publicações já realizadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) relacionadas ao tema eleições. Foram intimidadas as plataformas Facebook, Instagram, X (ex-Twitter), LinkedIn, TikTok e YouTube.
Uma etapa crucial do inquérito que busca elucidar os eventos ocorridos nos atos de 8 de Janeiro inclui uma análise detalhada das solicitações feitas por diversos participantes. Entre os investigados, encontra-se o ex-presidente, suspeito de conseguir um papel como possível autor intelectual.
Também deverão ser enviados posts relacionados a urnas eletrônicas, intervenção militar, Forças Armadas, STF e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além disso, as redes sociais deverão informar se as 244 pessoas denunciadas pelos atos de 8 de Janeiro seguem ou seguiam o ex-presidente.
As autoridades estão examinando cuidadosamente as conexões e tristezas dos envolvidos para compreender o panorama completo desses acontecimentos. O desenrolar deste inquérito promete lançar luz sobre a extensão do envolvimento de cada indivíduo e suas respectivas responsabilidades nos eventos daquele dia.





