Manaus | 4 de junho de 2026 | 13:45:44

Setor de turismo prevê recuperar perdas da pandemia da Covid-19 até o fim de 2022

An Aeroflot Airbus A320 aircraft takes off at Sheremetyevo airport outside Moscow on June 13, 2018. - Russia on February 27, 2022 closed its airspace to flights operated by carriers from Latvia, Lithuania, Estonia and Slovenia in tit-for-tat punitive measures following Moscow's invasion of Ukraine. Britain has banned Russian flagship carrier Aeroflot from flying over the UK. Meanwhile Bulgaria, Poland, the Czech Republic, the Baltics, Germany and Slovenia have closed their airspace to Russian carriers. (Photo by Yuri KADOBNOV / AFP) / “The erroneous mention[s] appearing in the metadata of this photo by Yuri KADOBNOV has been modified in AFP systems in the following manner: [Airbus A320] instead of [Airbus A330]. Please immediately remove the erroneous mention[s] from all your online services and delete it (them) from your servers. If you have been authorized by AFP to distribute it (them) to third parties, please ensure that the same actions are carried out by them. Failure to promptly comply with these instructions will entail liability on your part for any continued or post notification usage. Therefore we thank you very much for all your attention and prompt action. We are sorry for the inconvenience this notification may cause and remain at your disposal for any further information you may require.”

Fim do isolamento contribui para o retorno mais forte do segmento mesmo diante da crise econômica e alta dos preços das passagens.

O setor de turismo espera recuperar o nível de pré-pandemia até o final de 2022. O mercado mantém a proporção de 60% com destinos nacionais. A presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (ABAV), Magda Nassar, avalia o impacto dos custos no bolso dos turistas. “Está tudo muito mais caro. Não é o turismo. Quando a gente fala de números de 2019, que são os números reais, a gente vê aumentos pontuais, às vezes não, empates. Quando a gente fala em relação 2020 e 2021, óbvio, os preços são maiores, é a demanda e a oferta, não tem como. A gente teve anos difíceis, os últimos dois anos, e grandes promoções foram feitas para tentar melhorar o setor. Eu acho que a gente tem uma tendência a manter esses preços. Existem preços muito atraentes”, disse. O fim do isolamento da pandemia da Covid-19 leva ao retorno mais forte do turismo agora, mesmo dentro de uma realidade de crise econômica que afasta muitos brasileiros das viagens. Apesar disso, não houve ainda a retomada da oferta de voos oferecidos em 2019, e a alta nos preços dos combustíveis impacta diretamente no preço das passagens, que estão mais caras.

O setor foi fortemente atingido pela pandemia: em 2019 registrou um faturamento de R$ 31 bilhões. Já em 2020 caiu pra R$ 9 bilhões. O país tem potenciais grandes no segmento e, por isso, as lideranças do setor acreditam que a indústria do turismo deveria ser muito maior. “A gente vende muito mais destinos nacionais. O Brasil é riquíssimo, você pode encontrar de tudo, viagens de gastronomia, de praia, sol e mar, inverno, tudo. A gente teve até surpresas na divulgação dos destinos mais procurados. São Paulo entrou como um dos destinos mais procurados, Brasília também, a gente tem, hoje, boas e gratas surpresas, mas a gente precisa de mais, a gente precisa do mundo visitando o Brasil. E esse é um trabalho que a gente tem a agência, a Embratur, fazendo, mas a gente precisa de um olhar mais especial do nosso governo, para que esse 8,5% que a gente representou do PIB em 2019 se transforme pelo menos no dobro disso”, diz Nasser.

Fonte: JP Notícias

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