Em uma eleição tão disputada, a população espera das instituições responsáveis pela fiscalização eleitoral três coisas fundamentais: imparcialidade, transparência e respostas rápidas. Mas acontecimentos recentes têm levantado questionamentos sobre a atuação desses órgãos.
De um lado, o governo Lula anunciou um reajuste de 15,04% no Bolsa Família e antecipou os pagamentos de outubro para que todos os beneficiários recebessem antes do segundo turno. A justificativa oficial foi a prevenção dos impactos do fenômeno El Niño. Já o partido Novo questionou as medidas na Justiça Eleitoral, alegando possível abuso de poder político.
De outro, o canal Exército do Lula, associado ao deputado André Janones, virou protagonista de uma sequência de suspensões e reversões de decisões no próprio TSE, expondo divergências sobre os critérios utilizados para restringir conteúdos políticos.
E é justamente aí que está a nossa crítica: como o eleitor pode confiar plenamente na fiscalização quando decisões importantes provocam tantas dúvidas e interpretações conflitantes?
Não se trata de defender Lula ou Flávio Bolsonaro. Trata-se de exigir que as mesmas regras sejam aplicadas a todos, com critérios claros, decisões fundamentadas e respostas em tempo hábil.
O Brasil precisa de instituições que garantam a lisura das eleições, e não de mais insegurança jurídica na reta final da disputa.
🎙️ Por isso, o TSE e o Ministério Público Eleitoral estão no MAL NA FITA desta semana!
E você, acha que a Justiça Eleitoral está cumprindo seu papel com a transparência e a imparcialidade que o momento exige?
▶️ Confira meu comentário junto com Mirtes Salles no Bem na Fita / Mal na Fita no YouTube A Repórter Oficial.






