Quase um ano após o assassinato do caminhoneiro Márcio Roberto Wolff, o principal acusado pelo crime, Rafael Modesto Freitas, morador de Castanhal, no Pará, obteve o direito de cumprir prisão domiciliar por decisão da Justiça.
O crime aconteceu em dezembro de 2025, no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-316, em São Francisco do Pará. Conforme as informações divulgadas sobre o caso, o assassinato teria sido motivado por ciúmes.
A mudança no regime prisional foi concedida em razão de problemas de saúde apresentados pelo réu. A medida prevê o uso de tornozeleira eletrônica para monitorar o cumprimento das condições determinadas pela Justiça.
A decisão chama a atenção para os desdobramentos judiciais de um caso que marcou a região. No entanto, a concessão da prisão domiciliar não significa absolvição, e o acusado continua respondendo ao processo criminal.
O caso de Márcio Wolff segue em andamento, enquanto a Justiça analisa os próximos passos da ação penal.






