O prazo anunciado era de 5 dias. Mas, segundo a denunciante, 20 dias depois o sofá foi localizado ainda desmontado, após ela descobrir o endereço onde o serviço estava sendo realizado e enviar uma pessoa ao local. O caso já havia sido levado à polícia, com registro de Boletim de Ocorrência.
Após a pressão pela devolução, o móvel finalmente voltou para casa. E o resultado você vê no vídeo: partes danificadas, acabamento precário e, posteriormente, almofadas entregues com retalhos costurados que começaram a se desfazer.
A denúncia envolve a Tapeçaria Mondaine e contatos relacionados à Tapeçaria Miriam. A cliente afirma que uma pessoa ligada à Miriam participou da negociação em nome da Mondaine e que, quando foi procurada posteriormente para prestar esclarecimentos, bloqueou a consumidora no WhatsApp.
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A Repórter teve acesso ao BO, conversas, anúncios e registros do serviço. O caso foi encaminhado às autoridades competentes, e os envolvidos poderão apresentar suas versões. A reportagem também buscou informações sobre as empresas e aguarda esclarecimentos.
🔎 Você já contratou a Tapeçaria Mondaine ou a Tapeçaria Miriam e também teve problemas? Procure A Repórter e envie seu relato e documentos.












