O clima é de revolta e tensão no bairro São Jorge, na Zona Oeste de Manaus, após a chacina que deixou quatro pessoas mortas nesta segunda-feira (17).
Moradores se mobilizaram nas ruas em protesto contra a violência e pela resposta das autoridades. Durante a manifestação, uma via foi interditada e foram registrados focos de fogo na rua.
A movimentação provocou tensão entre os moradores e chamou a atenção das forças de segurança. A área passou a concentrar grande movimentação após o crime.
Entre as vítimas da chacina estão o pastor Francisco das Chagas Moraes Santão, de 81 anos, o professor Guilherme Pereira Lima Filho, de 66 anos, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), além de Isabella Coelho Moraes, de 29 anos, e Dilma Cilene Lima Sampaio, de 53 anos.
O caso gerou forte comoção no bairro e também entre familiares, amigos e integrantes da comunidade acadêmica da Ufam.
A Polícia Civil investiga o crime e busca esclarecer a motivação e as circunstâncias das mortes. Um suspeito de participação no caso foi preso pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).
A revolta dos moradores demonstra o impacto provocado pelo crime em uma comunidade que agora cobra respostas e justiça para as vítimas.






