A Polícia Civil do Amazonas avançou nas investigações sobre a chacina registrada no bairro São Jorge, na Zona Oeste de Manaus. O delegado Rodrigo Azevedo informou que as vítimas foram atacadas dentro de uma residência e que a ação teria sido direcionada.
Inicialmente, três pessoas foram encontradas mortas no imóvel e uma mulher foi socorrida em estado grave. Posteriormente, a sobrevivente, identificada como Dilma Cilene Sampaio, também morreu no Hospital e Pronto-Socorro Dr. João Lúcio Pereira.
Com a morte de Dilma, o número de vítimas fatais chegou a quatro. Segundo as informações mais recentes, elas são Francisco das Chagas Moraes Santão, Isabella Coelho Moraes, Guilherme Pereira Lima e Dilma Cilene Sampaio.
Francisco e Isabella eram pai e filha. Guilherme Pereira Lima, de 66 anos, foi identificado como professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Dilma Cilene, de 46 anos, trabalhava como enfermeira e era responsável pela residência onde ocorreu o ataque.
O delegado Rodrigo Azevedo afirmou que as vítimas sofreram agressões com instrumento perfurocortante. Segundo ele, a polícia ainda não conseguiu determinar exatamente qual objeto foi utilizado nem quantas pessoas participaram da ação.
A autoridade policial também declarou que se tratou de uma agressão direcionada. As equipes da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) estão ouvindo testemunhas e reunindo informações para reconstruir a dinâmica do crime.
No início da ocorrência, informações divulgadas por diferentes fontes apontavam para uma possível invasão criminosa e chegaram a mencionar disparos de arma de fogo. Entretanto, a atualização apresentada pelo delegado posteriormente indicou que as vítimas foram mortas por agressões com instrumento perfurocortante. Por isso, a dinâmica inicial deve ser tratada com cautela até a conclusão da perícia e da investigação.
A polícia ainda não divulgou oficialmente a motivação do crime. Também não há, até o momento, confirmação de prisões relacionadas à chacina.
A investigação deverá esclarecer por que as vítimas foram escolhidas, quem participou do ataque e se havia algum vínculo específico entre os autores e as pessoas que estavam na residência.
As autoridades continuam ouvindo testemunhas e analisando as informações coletadas no local. Novos esclarecimentos devem ser divulgados conforme o avanço da investigação.
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