Antes da morte do pequeno Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, a mãe da criança já havia recorrido à Justiça e possuía uma medida protetiva de urgência contra o ex-companheiro, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa.
Segundo informações que fazem parte da investigação, a medida foi solicitada após relatos de ameaças e uma situação de conflito entre o casal. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um momento em que o homem aparece fazendo ameaças contra a ex-companheira, material que passou a repercutir após a tragédia envolvendo a criança.
O histórico de ameaças e o relacionamento conturbado entre os envolvidos estão sendo analisados pela Polícia Civil do Tocantins durante a investigação do caso.
Gustavo morreu no início de agosto, em Palmas (TO), e a apuração policial ganhou novos elementos após exames periciais apontarem que a morte não teria relação com afogamento, como informado inicialmente.
A Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do pai da criança e da madrasta, que também estava no imóvel no momento dos fatos. O caso segue sob investigação.
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