Um pastor entrou com uma ação judicial contra a OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, nos Estados Unidos, após afirmar que seguiu orientações dadas pelo chatbot e demorou a procurar atendimento médico.
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Segundo a ação, o religioso teria utilizado o ChatGPT para buscar orientações sobre sintomas e, de acordo com a acusação, recebeu respostas que contribuíram para o atraso na procura por atendimento profissional.
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O processo acusa a OpenAI de negligência e sustenta que o chatbot teria fornecido orientações inadequadas em uma situação que exigia avaliação médica.
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A ação reacende o debate sobre os limites do uso de ferramentas de inteligência artificial em questões de saúde. Especialistas alertam que chatbots não substituem médicos e que sintomas persistentes ou preocupantes devem ser avaliados por profissionais de saúde.
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A OpenAI ainda deverá apresentar sua defesa no processo, e a Justiça americana deverá analisar as acusações apresentadas pelo pastor.
Pastor processa ChatGPT após “conselho” errado
- Ação judicial nos Estados Unidos acusa a OpenAI de negligência após o religioso afirmar que seguiu orientações do chatbot e demorou a procurar atendimento médico
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
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