O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltou a esclarecer que a empresa venezuelana Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas nem participou da programação dos equipamentos utilizados nas eleições brasileiras.
A manifestação ocorreu após o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) citar a empresa durante um encontro com diplomatas ao comentar o sistema eleitoral brasileiro.
Segundo o TSE, as urnas eletrônicas utilizadas no país são desenvolvidas sob responsabilidade da Justiça Eleitoral e fabricadas por empresas contratadas por meio de processos licitatórios. A Corte destacou ainda que a Smartmatic nunca integrou o sistema de votação brasileiro.
A declaração do senador gerou repercussão política e reacendeu debates sobre a segurança das urnas eletrônicas. Em resposta, a equipe de Flávio Bolsonaro afirmou que ele não questionou a integridade das eleições brasileiras e defendeu a presença de observadores internacionais no processo eleitoral.
O episódio ocorre em meio às movimentações para as eleições de 2026 e ao debate sobre transparência e confiança no sistema eleitoral do país.





