Investigação aponta ocultação do corpo por semanas e possível motivação financeira; laudo pericial ainda deve esclarecer causa da morte
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Um caso que causou forte comoção foi registrado no Morro do Urubu, na região de Pilares, Zona Norte do Rio de Janeiro. A polícia prendeu em flagrante Maria Raíça da Silva Maximiano, de 25 anos, após encontrar o corpo da filha, uma criança de 6 anos com deficiência, dentro da residência onde viviam.
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De acordo com as informações preliminares, o corpo da menina estava no local há cerca de 30 dias. Ele foi encontrado em um dos cômodos da casa, envolto em lençóis e sacos plásticos. O estado em que foi localizado indica tentativa de ocultação.
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A descoberta ocorreu após vizinhos estranharem o desaparecimento da criança, que não era vista há semanas. Diante de respostas contraditórias da mãe, a polícia foi acionada e realizou a entrada no imóvel.
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Segundo o que foi relatado às autoridades durante a investigação inicial, a suspeita teria mantido o corpo escondido para continuar recebendo benefícios sociais, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
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A causa da morte ainda não foi oficialmente determinada. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) é aguardado e deve indicar se a criança morreu por causas naturais, negligência ou violência. O estado de decomposição pode dificultar a conclusão imediata dos peritos.
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A prisão em flagrante foi convertida em preventiva, e a mulher responde inicialmente por ocultação de cadáver e estelionato. A depender do resultado da perícia, o caso pode ter novos desdobramentos legais, incluindo acusações mais graves.
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O caso gerou forte repercussão na comunidade e levanta questionamentos sobre possíveis sinais anteriores de negligência, além da atuação de órgãos de proteção à criança.
Mãe esconde corpo da filha para continuar recebendo Bolsa Família e é presa
Lêda Passos
Redatora informativa | Acadêmica de Jornalismo
dedicada a conteúdos que impactam o cotidiano.
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