O caso do cachorro comunitário Johnny, que chocou moradores de Goiânia após ser atacado com líquido quente no dia 5 de março, ganhou novos e preocupantes desdobramentos.De acordo com informações atualizadas, o animal apresentou uma infecção generalizada (sepse) e precisou de suporte de oxigênio após uma descompensação, permanecendo internado sob مراقamento constante.
A perícia apontou que Johnny teve entre 40% e 50% do corpo atingido por queimaduras de até terceiro grau, o que torna o quadro extremamente delicado.As investigações conduzidas pela Polícia Civil de Goiás identificaram como principal suspeita Cacilda Ferreira de Almeida, que confessou ter jogado o líquido quente no animal.
Inicialmente, ela havia negado o ato, alegando se tratar de água com desinfetante.O caso é tratado como maus-tratos qualificados, crime que pode resultar em pena de até cinco anos de prisão. A investigação deve ser concluída nos próximos dias.A situação gerou grande comoção e mobilização nas redes sociais, com campanhas de apoio ao tratamento do animal e cobranças por justiça.





