Priscila Verson, de 22 anos, amiga de Tainara Souza que foi atropelada, arrastada, teve as pernas amputadas e posteriormente morreu foi vítima de feminicídio em São Paulo.
De acordo com as informações divulgadas, Priscila foi levada pelo companheiro ao Hospital Municipal Vereador José Storopoli já sem sinais de vida. Inicialmente, ele teria informado à equipe médica que a jovem havia se engasgado.
No entanto, ao perceber sinais evidentes de lesões, os profissionais de saúde acionaram a polícia. O Guia de Encaminhamento de Cadáver aponta que Priscila apresentava hematomas e escoriações pelo corpo, além de sangramento no nariz. O documento também menciona que as roupas da vítima tinham odor de gasolina.
Durante as investigações, foram encontrados vestígios de sangue no carro do casal. Segundo a polícia, o homem acabou confessando o crime. Ele foi preso e o caso passou a ser tratado como feminicídio.
A mãe da vítima, Selma Alves Ribeiro da Silva, relatou que a filha vivia um relacionamento abusivo e que já havia sido agredida em outras ocasiões, mas nunca formalizou denúncia por medo.
Priscila mantinha amizade com Tainara e até vivia no mesmo bairro (Brasilândia, na Zona Norte de SP).
Priscila deixa três filhos: duas crianças de 6 e 4 anos e um bebê de apenas 6 meses.
O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo e enquadrado na Lei do Feminicídio, que qualifica o homicídio quando cometido contra a mulher por razões da condição do sexo feminino.










