Manaus | 4 de junho de 2026 | 07:19:24

Ministério Público aponta inconsistências e amplia investigação sobre morte do animal

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) solicitou oficialmente à Justiça, no dia 10 de fevereiro de 2026, a exumação do corpo do cão comunitário Orelha, que vivia na Praia Brava, em Florianópolis.

O pedido foi motivado por inconsistências nas apurações iniciais e pela necessidade de uma perícia técnica mais detalhada para esclarecer as causas da morte do animal.

Além da exumação, o MP determinou o prazo de 20 dias para que a Polícia Civil refaça depoimentos, diante de suspeitas de possível coação de testemunhas.

Também foi instaurado um procedimento separado para investigar a conduta do delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina no andamento do caso.

O cão Orelha morreu em janeiro de 2026, após sofrer um golpe contundente na região da cabeça. Um adolescente foi indiciado pelas agressões, enquanto três adultos respondem por suspeita de obstrução de justiça.

O caso gerou forte comoção pública e mobilização de protetores de animais em todo o estado.

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