Novos vídeos e relatos reforçam o histórico de baderna, provocações, intimidações e vandalismo praticados por adolescentes envolvidos no caso da morte do cão Orelha. As imagens indicam que os episódios não foram isolados, mas parte de uma sequência de condutas problemáticas e recorrentes.
Em um dos registros, o porteiro de um condomínio aparece repreendendo os jovens, reclamando repetidamente da bagunça, do barulho e da confusão provocada por eles. No vídeo, o funcionário afirma que os adolescentes estariam alcoolizados, pede para que retornem à festa e tenta conter o tumulto para evitar maiores problemas.
Outras imagens mostram os jovens na porta do condomínio, promovendo arruaça na rua, além de danças, gestos provocativos e insinuações consideradas imorais em bancos públicos e na orla, incluindo registros à beira da praia.
Há ainda relatos de que o porteiro foi ameaçado verbalmente, inclusive com menções à suposta influência de familiares ligados à segurança pública, o que teria criado um ambiente de intimidação, desrespeito e tensão constante.
Os vídeos também indicam possível consumo de bebidas alcoólicas por parte dos adolescentes, além de atitudes de vandalismo e desordem pública, reforçando um padrão de comportamento que antecede o desfecho trágico do caso.
O conjunto de provas incluindo registros de vandalismo, consumo de álcool, ameaças, baderna e intimidações fortalece o Caso Orelha e contribui para esclarecer o contexto que antecedeu o assassinato do animal.
As imagens ajudam a demonstrar o histórico de conduta dos envolvidos, servindo como elementos relevantes para a responsabilização e para a busca por justiça pela morte de Orelha.
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