Manaus | 4 de junho de 2026 | 08:32:35

Morte de professora em Porto Velho pode estar ligada a reprovação e um suposto romance

O assassinato da professora de Direito Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos, ocorrido no dia 6 de fevereiro de 2026 dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (FIMCA), em Porto Velho (RO), segue sob investigação e pode ter sido motivado por reprovação acadêmica e conflitos pessoais, segundo apurações preliminares da polícia.

📌 A vítimaJuliana Santiago era professora de Direito Penal na instituição e também atuava como escrivã da Polícia Civil de Rondônia. A morte da docente causou forte comoção entre alunos, colegas de profissão e a comunidade acadêmica.

📌 O crimeA professora foi atacada a facadas dentro da sala de aula por um aluno de 25 anos. Após o ataque, o agressor foi contido por outros estudantes, e a prisão em flagrante foi mantida pela Justiça.

📌 Possível motivação acadêmicaDe acordo com investigações preliminares, uma das linhas apuradas aponta que o aluno teria ficado revoltado após ser reprovado em uma disciplina por apenas três décimos (0,3 pontos), o que pode ter contribuído para a decisão de cometer o crime.

📌 Versão do suspeitoEm depoimento à polícia, o estudante apresentou uma versão alternativa para o ocorrido. Ele alegou que:Mantinha um relacionamento amoroso com a professora há cerca de três meses;Teria ficado revoltado por suposta indiferença recente da docente;Também afirmou ter se incomodado ao ver fotos da professora com o ex-marido nas redes sociais;Disse que esperou o término da aula, entrou na sala para conversar sobre questões pessoais, e o encontro terminou no ataque.

📌 A faca usada no crimeAinda segundo o depoimento do suspeito, a faca utilizada teria sido entregue anteriormente pela própria professora, informação que segue sob apuração e ainda não foi confirmada oficialmente, conforme reportagens do G1 Rondônia e do Rondoniagora.

📌 Investigações em andamentoAs autoridades investigam se a versão apresentada pelo aluno é verdadeira ou se trata de uma tentativa de justificar o crime.

Colegas da vítima e representantes da instituição inicialmente apontaram que o ataque teria sido motivado principalmente por insatisfação com a reprovação acadêmica.

A Polícia Civil continua reunindo depoimentos, analisando provas e apurando a motivação real do crime, enquanto o caso segue gerando repercussão nacional e levantando debates sobre segurança em instituições de ensino, violência e responsabilização criminal.

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