Manaus | 24 de julho de 2026 | 19:35:54

Além do Enamed: Maria do Carmo quebra o silêncio e expõe contrastes entre ensino privado e público no AM

Manaus (AM) – Após cumprir agenda no Alto Solimões, a pré-candidata ao governo, Professora Maria do Carmo (PL), subiu o tom nesta segunda-feira (26) ao responder aos ataques que vem sofrendo em relação à nota do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Em um pronunciamento incisivo, a empresária classificou as críticas como “oportunismo travestido de preocupação” e transferiu o foco para os gargalos da gestão pública.

O “X” da questão: Enamed vs. MEC

Maria do Carmo explicou que o Enamed avalia o desempenho individual do aluno, mas ressaltou que uma instituição séria não foge da responsabilidade. Ela utilizou as métricas oficiais do Ministério da Educação (MEC) para blindar a Fametro, destacando que a instituição possui Nota 5 (máxima) em estrutura e corpo docente, além de um IGC 4, índice que coloca a faculdade entre as melhores do país.

“Educação não é fórmula mágica. Nossos alunos são comprometidos e nós revisamos processos sempre. O que não aceito é o barulho de blogs patrocinados tentando apagar uma construção de anos”, afirmou.

O Contra-ataque Político

A pré-candidata aproveitou o momento para inverter o cenário da crítica. Citando dados do Ranking Nacional de Acesso à Educação, do Centro de Liderança Pública (CLP), Maria do Carmo apontou que Manaus ocupa a amarga 22ª posição entre as capitais brasileiras.

Para a Professora, há uma tentativa de usar o ensino privado como cortina de fumaça para os problemas do setor público. “Quem aponta o dedo para a instituição privada prefere ignorar o fracasso da educação pública na capital. Manaus e o Amazonas sofrem com gestores que tiram nota zero na prática”, disparou, referindo-se aos seus prováveis adversários no pleito.

Cenário Eleitoral

O posicionamento marca uma nova fase na estratégia de Maria do Carmo, que agora busca desvincular sua imagem apenas da gestão acadêmica para se firmar como crítica da administração estadual e municipal. Segundo ela, o estado precisa de “menos gritaria e mais responsabilidade” para mudar a realidade de quem depende do ensino público para evoluir.

Veja o vídeo clicando AQUI

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