A Justiça do Amazonas decidiu não acatar o pedido de prisão preventiva contra a médica Juliana Brasil e a técnica de enfermagem Raiza Bentes, ambas investigadas pela morte do menino Benício, de 4 anos. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (16/12) e trouxe uma atualização no processo que chocou o estado.
Embora tenha negado a prisão, o Judiciário impôs medidas cautelares severas às profissionais, visando garantir o aprofundamento da investigação e a segurança do processo. As medidas incluem:
Suspensão dos Registros Profissionais: Ambas tiveram seus registros de atuação suspensos pelo período de um ano.
Restrição de Movimento: Estão proibidas de deixar a cidade de Manaus.
Comparecimento Mensal: Deverão comparecer em juízo todo mês para informar e justificar suas atividades.
As investigadas deverão cumprir essas determinações enquanto o caso Benício segue em andamento, aguardando os próximos passos judiciais.
Repercussão e Críticas
A decisão de não prender as profissionais gerou críticas e revolta nas redes sociais e entre aqueles que acompanham o caso. O perfil Barão da Estética resumiu o sentimento de frustração com a seguinte declaração:
“Resumindo, como não dava pra deixar só a técnica presa, justiça deixa as duas soltas e só quem sai perdendo é a família que nunca mais verá o filho.”
O caso Benício, que mobilizou a opinião pública devido às circunstâncias da morte da criança, continua gerando debate sobre a responsabilização profissional e a celeridade da Justiça.






