Manaus | 4 de junho de 2026 | 06:26:47

Caso Benício: Justiça nega prisão das investigadas mas suspende registros profissionais

A Justiça do Amazonas decidiu não acatar o pedido de prisão preventiva contra a médica Juliana Brasil e a técnica de enfermagem Raiza Bentes, ambas investigadas pela morte do menino Benício, de 4 anos. A decisão foi anunciada nesta terça-feira (16/12) e trouxe uma atualização no processo que chocou o estado.

Embora tenha negado a prisão, o Judiciário impôs medidas cautelares severas às profissionais, visando garantir o aprofundamento da investigação e a segurança do processo. As medidas incluem:

Suspensão dos Registros Profissionais: Ambas tiveram seus registros de atuação suspensos pelo período de um ano.

Restrição de Movimento: Estão proibidas de deixar a cidade de Manaus.

Comparecimento Mensal: Deverão comparecer em juízo todo mês para informar e justificar suas atividades.

As investigadas deverão cumprir essas determinações enquanto o caso Benício segue em andamento, aguardando os próximos passos judiciais.

Repercussão e Críticas

A decisão de não prender as profissionais gerou críticas e revolta nas redes sociais e entre aqueles que acompanham o caso. O perfil Barão da Estética resumiu o sentimento de frustração com a seguinte declaração:

“Resumindo, como não dava pra deixar só a técnica presa, justiça deixa as duas soltas e só quem sai perdendo é a família que nunca mais verá o filho.”

O caso Benício, que mobilizou a opinião pública devido às circunstâncias da morte da criança, continua gerando debate sobre a responsabilização profissional e a celeridade da Justiça.

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