A partir deste ano, aposentados, pensionistas e beneficiários do INSS devem ficar atentos: a biometria e a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) passam a ser requisitos importantes para manter o benefício ativo e evitar bloqueios.
A medida acompanha o avanço do processo de digitalização dos serviços públicos e tem como objetivo aumentar a segurança, reduzir fraudes e garantir que apenas o titular receba o pagamento mensal.
A atualização cadastral, com dados biométricos e documento padronizado, passa a ser decisiva para o INSS confirmar a identidade dos segurados.Por que a biometria está sendo exigida?O governo identificou aumento nas tentativas de fraudes e inconsistências em cadastros antigos.
A biometria facial e digital permite autenticação rápida e segura, especialmente para idosos que dependem do benefício. Além disso, a CIN que substitui o antigo RG padroniza os documentos em todo o país, unifica informações e facilita consultas entre órgãos públicos.
Como emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN)?
Para garantir que seu benefício não seja suspenso, o segurado deve emitir a nova carteira nos institutos de identificação do seu estado. O processo inclui:
Agendamento no órgão responsável pela emissão do documento (geralmente a Secretaria de Segurança Pública).
Apresentação da certidão de nascimento ou casamento original e recente.
Cadastro biométrico, com coleta de digitais e foto.A CIN será vinculada ao CPF, que agora é o número oficial de identidade em todo o Brasil.
Alguns estados já estão emitindo a CIN integralmente; outros ainda estão em fase de transição, mas todos devem adotar o padrão federal.
E quem não atualizar?
O INSS poderá bloquear o benefício temporariamente até que a identidade e a biometria do segurado sejam confirmadas. O bloqueio não significa cancelamento, mas impede o pagamento até que o cidadão regularize seus dados.O governo alerta que a atualização é gratuita e deve ser realizada antes do prazo limite, ainda a ser oficializado em cada estado.









