A mais recente pesquisa realizada pelo instituto Direto ao Ponto, divulgada nesta segunda-feira (20/10), indica um crescimento significativo da pré-candidata ao governo do Amazonas, Professora Maria do Carmo (PL), consolidando sua posição como uma alternativa de mudança nas eleições estaduais.
No cenário estimulado, a professora aparece com 28% das intenções de voto, o que representa um aumento de dois pontos percentuais em relação ao último levantamento feito pelo instituto. Esse avanço reflete uma crescente adesão popular à sua candidatura, que vem ganhando força entre os eleitores do estado.
Por outro lado, o atual senador Omar Aziz (PSD), principal adversário de Maria do Carmo na disputa, registrou uma queda de três pontos percentuais, passando de 45% para 42%. O levantamento também revela que 12% dos eleitores ainda se mostram indecisos, apontando para votos nulos ou brancos, enquanto 11% afirmaram não saber em quem votar.
Esses dados reforçam as conclusões de outras pesquisas internas que indicam o desejo de mudança por parte de uma grande parcela da população. Em um contexto de insatisfação com os políticos que dominam o cenário político do estado há anos, os eleitores parecem cada vez mais inclinados a buscar alternativas fora dos tradicionais grupos de poder.
A pesquisa também fez um mapeamento da preferência ideológica dos entrevistados. Dentre os 2.024 eleitores ouvidos de 1 a 8 de outubro, 32% se identificam com a direita, enquanto 11% se consideram de esquerda. Outros 21% se definem como centristas, e 31% afirmaram não se identificar com nenhuma dessas correntes ideológicas. Apenas 5% não souberam responder.
A pesquisa, que foi realizada de forma presencial em Manaus e em 16 municípios do interior do Amazonas, como Autazes, Careiro, Coari e Parintins, tem margem de erro de 2,25 pontos percentuais, com nível de confiança de 95,5%.
Com o cenário eleitoral ainda em aberto, a disputa entre Maria do Carmo e Omar Aziz promete intensificar-se nos próximos meses, com a pesquisa apontando para uma corrida eleitoral cada vez mais acirrada no Amazonas.






