Toda a frota do transporte coletivo foi paralisada após os rodoviários decidirem cruzar os braços por tempo indeterminado devido ao atraso no pagamento dos salários de agosto.
De acordo com os trabalhadores, o depósito deveria ter sido feito até o 5º dia útil do mês (segunda-feira, dia 8), mas até agora nada foi pago. Sem retorno das autoridades, a categoria decidiu paralisar 100% das atividades.
“Se não tiver respeito da Prefeitura, do Governo e do Sinetram, vamos parar tudo. Chega de promessas vazias”, afirmou Josénilton Oliveira, vice-presidente dos rodoviários.
A paralisação teve início de forma parcial, mas com o silêncio dos responsáveis, evoluiu para uma greve total, impactando diretamente milhares de passageiros que dependem diariamente do serviço.
Em nota, o Sinetram (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas) jogou a responsabilidade para o governo estadual, alegando que os valores que deveriam custear o transporte de estudantes estavam bloqueados judicialmente e só recentemente foram devolvidos ao Estado, o que estaria travando os repasses para as empresas operadoras.
O sindicato garante que, assim que os recursos forem liberados, os salários atrasados serão pagos. Enquanto isso, Manaus segue parada.








