Enquanto o ex-jogador Robinho cumpre prisão em São Paulo após ser condenado a 9 anos por estupro em Milão, o ministro Gilmar Mendes surpreende ao votar pela sua soltura. O crime, cometido dentro de uma boate em 2013, foi reconhecido pela Justiça italiana, homologada pelo STJ, mas Mendes insiste em atrasar a execução da pena.
O posicionamento do ministro, que defende que a prisão só poderia ocorrer após o fim de todos os recursos, contrasta com os votos firmes dos ministros Luiz Fux e Alexandre de Moraes, que querem manter Robinho preso. O julgamento, que já está 2 a 1 contra a soltura, será retomado no dia 29 de agosto.
Enquanto isso, Robinho segue detido no complexo conhecido como “penitenciária dos famosos”, mas a postura de Gilmar Mendes levanta sérias dúvidas sobre o compromisso da Justiça com a punição de crimes tão graves.
Até quando a impunidade vai prevalecer para figuras públicas acusadas de crimes brutais?
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