A administração do prefeito Mateus Assayag (PSD) vem sofrendo crescentes críticas e investigações em torno de sua gestão, abarcando três frentes que têm alarmado moradores e autoridades.
Omissão em políticas climáticas
A Prefeitura é acusada de negligência frente a políticas de adaptação ambiental essenciais para Parintins, especialmente diante da crescente erosão e risco de desabamento em áreas ribeirinhas. Ativistas ambientais denunciam a falta de planejamento e ausência de ações preventivas.
Questionamento no transporte escolar
O governo local autorizou um aditivo contratual de 25%, elevando um acordo já existente de R$ 1,188 milhão para R$ 1,485 milhão, para transporte escolar em zonas de várzea. A mudança ocorreu durante situação de emergência administrativa, permitindo dispensa de licitação . Organizações de controle social acusam afronta ao princípio da moralidade e solicitam apuração da legalidade do processo.
Obras milionárias sob suspeita: muro de arrimo
A construção do muro de arrimo na orla da cidade, com investimento de R$ 67 milhões, também está em foco. Embora a obra seja apontada como vital para conter erosões causadas pela subida das águas do Amazonas, surgem questionamentos sobre o custo elevado, a transparência no processo licitatório e a eficácia estrutural .
A combinação desses problemas levou a crescente insatisfação de setores da sociedade e até de aliados políticos, que criticam a falta de embasamento técnico e controle nas decisões do executivo.
Repercussão e próximos passos
Diversos grupos de fiscalização, incluindo o Ministério Público e organizações da sociedade civil, exigem esclarecimentos e possíveis auditorias em licitações e execução das obras. A sociedade espera maior transparência e soluções urgentes para as fragilidades identificadas.






