O nome de Viviane Noronha, mais conhecida como Vivi Noronha, voltou ao centro das investigações da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Desta vez, a empresária e criadora de conteúdo, casada com o funkeiro MC Poze do Rodo, é suspeita de operar parte de uma engrenagem que teria lavado cerca de R$ 250 milhões em favor do Comando Vermelho, uma das maiores facções criminosas do país.
Segundo a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), as movimentações financeiras partiram de empresas formalmente constituídas em nome da influenciadora, entre elas uma marca do ramo de cosméticos capilares. A polícia afirma que tais empresas teriam sido utilizadas como instrumentos para mascarar a origem de grandes volumes de dinheiro, supostamente oriundos do tráfico de drogas, venda de armas ilegais e sorteios digitais clandestinos.
A operação, que ainda corre sob sigilo, revela que as quantias circulavam entre contas pessoais, jurídicas e de terceiros, utilizando métodos como pix fracionado, criptomoedas e transferências trianguladas. Investigadores destacam o uso do prestígio digital de Vivi como fator de legitimação da rede de transações ilícitas, ampliando a aceitação social do estilo de vida promovido por integrantes da facção.
Em 2024, Noronha já havia sido alvo da Operação Rifa Limpa, que mirava influenciadores envolvidos em promoções não autorizadas, que imitavam





