Manaus (AM) – A empresária e professora Maria do Carmo Seffair oficializou, nesta terça-feira (22), sua pré-candidatura ao Governo do Amazonas pelo Partido Liberal (PL). Em um evento marcado por discursos fortes e apelo à renovação política, a pré-candidata fez críticas diretas ao senador Omar Aziz (PSD), apontado como seu possível adversário nas eleições de 2026.
“Provavelmente ele será o escolhido. Está do lado do governo de esquerda, que, para mim, está falindo. O Brasil faliu. A prefeitura está mal também. E, apesar das realizações que ele (Omar Aziz) diz fazer, a gente não vê benefícios sólidos no Amazonas”, afirmou Maria, em um tom firme que marcou sua entrada na disputa.
Direita x Esquerda
Para Maria do Carmo, a eleição de 2026 será um confronto direto entre dois projetos opostos: a direita representada por ela e o PL, e a esquerda, alinhada ao governo Lula e representada por Omar Aziz.
“Será direita contra esquerda, e o povo vai escolher entre continuar com o fracasso ou apostar na transformação real”, declarou. O PL, partido ao qual é filiada, deve reforçar o apoio à sua candidatura com presença ativa nas agendas do interior e nas redes sociais.
Experiência no setor privado como diferencial
Dona de um currículo respeitado no meio empresarial e acadêmico, Maria do Carmo destacou sua trajetória como gestora e defendeu a necessidade de inserir no governo a lógica da eficiência, da liberdade econômica e da geração de empregos.
“Desenvolvimento não é só fazer praça. Precisamos criar matrizes econômicas, dar liberdade ao povo. Sem liberdade econômica, o interior continua refém de políticas pouco claras e ineficazes”, disse.
Ela também adiantou que pretende viajar aos municípios do interior para ouvir de perto a população e entender as demandas específicas de cada região.
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PERFIL POLÍTICO
Maria do Carmo é empresária, professora universitária e estreante na corrida ao governo. Nos bastidores, é vista como uma aposta da direita bolsonarista para tentar quebrar a hegemonia de forças tradicionais no Amazonas. Sua candidatura ganha força em um cenário de insatisfação com a gestão federal e com os rumos da política local.





