O assassinato de Qassem Soleimani, ex-major-general da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) do Irã, a mando de Donald Trump em janeiro de 2020, ainda reverbera como um evento tenso nas relações entre os Estados Unidos e o Irã. Desde então, o regime iraniano, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei, tem ameaçado vingança, com Trump, entre outros, sendo alvo dessas ameaças.
Apesar de já se passarem quase cinco anos desde a ação, em 2023, autoridades iranianas, incluindo generais, continuaram a afirmar que a morte de Soleimani não seria esquecida, prometendo vingança contra Trump e outros altos membros da administração de seu governo, como o ex-secretário de Estado Mike Pompeo e o ex-general Frank McKenzie.
Trump, que assume a Presidência dos Estados Unidos novamente este ano, entra no cargo com essa ameaça persistente sobre sua cabeça, conforme o regime iraniano mantém sua retórica agressiva em relação a ele.






