Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, anunciou uma nova rodada de repressões no país, incluindo medidas rigorosas contra casais em processo de divórcio e a proibição do consumo de cachorro-quente. As informações são do jornal britânico The Sun e foram repercutidas pelo Metrópoles.
Kim justificou a proibição do cachorro-quente alegando que o prato é um símbolo “ocidental” e declarou que servi-lo será agora considerado um ato de traição à pátria. O jornal britânico relatou que qualquer pessoa flagrada vendendo ou preparando cachorro-quente poderá ser enviada para campos de trabalho forçado.
Além disso, o ditador determinou que casais em processo de divórcio sejam também enviados para campos de trabalho. De acordo com a nova política, divorciados terão que cumprir pelo menos seis meses de trabalhos forçados, já que o divórcio é visto como uma prática “antissocialista”. Relatos indicam que mulheres podem ser submetidas a penas mais severas.
A Radio Free Asia (RFA) informou que os cônjuges serão presos assim que o divórcio for oficializado.






