A operação aérea, iniciada no sábado (21), acumulou 16 horas e 26 minutos de voo até a terça-feira (24), mas ainda não houve avistamento da aeronave.
A missão conta com o apoio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e concentra esforços na área onde a aeronave foi vista pela última vez. Segundo a FAB, recursos adicionais foram mobilizados para expandir a área de busca e tentar localizar o avião. No entanto, até o momento, não há informações sobre o número exato de ocupantes.
Reforço de equipes no local
As buscas, lideradas pela FAB desde a última sexta-feira (20), também contam com a colaboração da Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros. Na véspera de Natal (24), o governo do Amazonas enviou uma nova equipe de bombeiros acompanhada de cães farejadores para reforçar a operação. Apesar dos esforços terrestres e aéreos, a densa floresta amazônica dificulta o trabalho das equipes.
O piloto e o mistério da missão
Entre os desaparecidos está o piloto Rodrigo Boer Machado, de 29 anos, natural de Fernandópolis (SP) e residente em São José do Rio Preto (SP). Rodrigo viajou ao Amazonas a trabalho, mas não revelou detalhes sobre a missão que realizava. Familiares relataram que ele utilizava um GPS Garmin, cujas últimas coordenadas indicaram posições ao sudeste de Manicoré. A aeronave não possuía plano de voo registrado e não foi detectada pelos radares de controle de tráfego aéreo.
A espera por notícias tem sido dolorosa para os familiares de Rodrigo e possíveis outros ocupantes do avião. A operação segue contra o tempo, enfrentando desafios impostos pela geografia e vegetação da região. Segundo especialistas, as buscas na Amazônia requerem atenção minuciosa devido às condições adversas e à vasta extensão territorial.
A FAB reiterou seu compromisso de manter esforços contínuos na tentativa de localizar a aeronave. Enquanto isso, familiares e amigos do piloto aguardam ansiosamente por respostas que tragam alívio ou esclarecimentos sobre o paradeiro do avião e seus ocupantes.





