A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 6×1, que pretende reformular a jornada de trabalho tradicional no Brasil, tem gerado grande repercussão entre representantes e trabalhadores de todo o país. No Amazonas, apenas dois deputados se posicionaram oficialmente sobre o tema: Saullo Vianna, que se manifestou a favor da proposta, e Amom Mandel, que apresentou uma postura contrária. O posicionamento dos dois revela uma divisão de opiniões, enquanto a ausência de posicionamento claro dos demais parlamentares amazonenses tem gerado questionamentos.
A PEC 6×1 propõe que os trabalhadores brasileiros possam adotar uma jornada de trabalho em que desempenham suas funções por seis dias e descansam um, buscando uma maior flexibilização no mercado. Os defensores da proposta afirmam que ela pode ser uma resposta ao novo cenário trabalhista, oferecendo mais adaptabilidade tanto para empregadores quanto para empregados. No entanto, críticos, como o deputado Amom Mandel, destacam que a medida poderia resultar em sobrecarga e comprometer a qualidade de vida dos trabalhadores.
A falta de uma postura oficial da maioria da bancada amazonense, no entanto, chamou a atenção de diversos sindicatos e entidades representativas de trabalhadores no estado. Essas organizações cobram um maior comprometimento dos deputados, enfatizando que mudanças na jornada de trabalho impactam diretamente a rotina e a saúde dos trabalhadores do Amazonas.
Declarações:
Até o momento, a bancada amazonense não se manifestou de forma conjunta, o que contribui para o aumento de questionamentos por parte da sociedade local. “Precisamos saber como nossos representantes se posicionam em relação a essa proposta, que pode impactar milhares de trabalhadores no Amazonas”, afirmou João Silva, presidente de um sindicato local.
O silêncio dos deputados sobre a PEC 6×1 levanta discussões sobre o papel dos parlamentares no que diz respeito à transparência e ao alinhamento com os interesses dos trabalhadores que representam.





