A severa seca que afeta o Estado do Amazonas está gerando preocupação entre os trabalhadores que atuam na logística de cargas, especialmente após um deslizamento de terra no Porto de Terra Preta na última segunda-feira (07). O fenômeno, que resultou em terras caídas em Manacapuru, tem refletido em dificuldades similares em outras regiões, como Careiro da Várzea, onde caminhoneiros enfrentam a lama que dificulta o acesso às balsas de transporte.
Na capital, Manaus, a situação também é crítica. Na região do Porto da Ceasa, uma fila quilométrica se formou em decorrência da marca histórica de 12,66 metros do Rio Negro, afetando a mobilidade das balsas que realizam o translado das cargas. Essa fila já persiste por mais de uma semana, comprometendo ainda mais o transporte de mercadorias.
Diante desse cenário, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) anunciou medidas que foram acordadas com as autarquias responsáveis, com o objetivo de melhorar a mobilidade na BR-319 e minimizar os impactos causados pela seca e os deslizamentos. As ações visam garantir um fluxo mais eficiente e seguro no transporte de cargas em todo o Estado.








