Manaus | 4 de junho de 2026 | 11:38:40

Amazonas já registrou dois casos de mpox este ano

Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde do estado (FVS-AM), o estado do Amazonas já registrou dois casos de monkeypox em 2024. 

O último caso foi confirmado em fevereiro. Desde então não há registro da doença. Em 2023, foram confirmados dez casos em todo o estado. 

Com isso, o cenário da doença no estado é estável. 

Na quarta-feira (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que a doença é, mais uma vez, uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII). 

O mais alto nível de alerta da organização havia sido declarado para o surto da “varíola dos macacos”, como era então conhecida a doença, no final de julho de 2022. Somente em maio de 2023 que a organização decidiu rebaixar seu status, por causa da diminuição global do número de casos (como também aconteceu com a Covid). 

Apesar da estabilidade de casos no Amazonas, a FVS divulgou, na sexta-feira (16), uma nota com esclarecimentos sobre a doença, para a população em geral e profissionais de saúde, recomendando o fortalecimento das ações de vigilância no Amazonas como forma preventiva diante do cenário de emergência de saúde pública internacional.

Segundo a FVS, a transmissão da doença ocorre principalmente por meio de contato pessoal próximo, incluindo contato direto com lesões de pele, erupções cutâneas, crostas ou fluidos corporais de uma pessoa infectada; contato íntimo ou sexual; com objetos e superfícies contaminadas; ou com secreções respiratórias. 

Recomendações

A Nota Informativa, produzida pela FVS, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) do Amazonas, inclui a adoção de medidas de prevenção à Mpox, como: 

  • Evitar contato direto com lesões de pele, erupções cutâneas, crostas e fluidos corporais de pessoas infectadas; 
  • lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar álcool em gel; 
  • prática do sexo seguro, usando preservativo; 
  • manter a etiqueta respiratória, cobrindo boca e nariz ao tossir ou espirrar; 
  • usar máscaras de proteção respiratória em ambientes com probabilidade alta de transmissão; 
  • e manter a higiene pessoal.

Além disso, pessoas que apresentarem sintomas devem procurar atendimento médico imediato e seguir as orientações de isolamento para prevenir a transmissão. A FVS também destaca que a vacinação é uma medida eficaz de proteção, especialmente para os grupos determinados pelo Ministério da Saúde. 

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