O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) reafirmou seu compromisso com a promoção da igualdade de gênero no âmbito do Judiciário estadual. Nesta segunda-feira (22), a presidência do TJAM, por meio da desembargadora Nélia Caminha Jorge, divulgou uma carta de compromisso destinada a incentivar a participação institucional feminina. O documento, publicado na página 23 do Diário da Justiça Eletrônico (DJe), delineia nove medidas concretas para fortalecer a presença e a atuação das mulheres no tribunal.
O texto reflete a determinação da presidência da Corte em “promover a igualdade de gênero e a equidade, no âmbito do Tribunal de Justiça do Amazonas”. A desembargadora Nélia Caminha Jorge destacou a importância dessas ações para a construção de um Judiciário mais inclusivo e representativo. “Nossa missão é criar um ambiente onde as mulheres possam alcançar todo o seu potencial, sem barreiras ou preconceitos”, afirmou.
Entre as nove medidas anunciadas, destacam-se:
- Ampliação da participação feminina; Incentivar e ampliar a presença das mulheres em todas as áreas e níveis da instituição, garantindo oportunidades iguais de crescimento e desenvolvimento profissional.
- Funcionamento da Comissão de Incentivo à Participação Feminina;
- Identificação de obstáculos;
- Capacitação e desenvolvimento;
- Ambiente de trabalho inclusivo;
- Apoio à conciliação trabalho-família;
- Prevenção e combate ao assédio;
- Transparência e monitoramento;
- Engajamento institucional.
A iniciativa do TJAM foi bem recebida por diversas entidades e profissionais do setor jurídico, que veem nas medidas um avanço significativo rumo à equidade de gênero no Judiciário amazonense. “A carta de compromisso do TJAM é um passo fundamental para assegurar que as mulheres tenham as mesmas oportunidades de crescimento e sucesso na carreira jurídica”, disse a advogada e ativista dos direitos das mulheres, Maria Clara Souza.
Com estas ações, o TJAM se junta a um movimento mais amplo de tribunais e instituições judiciárias em todo o Brasil, que buscam promover a igualdade de gênero e garantir que as mulheres tenham um papel de destaque e influência nas decisões e políticas judiciais.






