Se você passa boa parte do seu tempo consumindo conteúdos “fúteis” nas redes sociais, saiba que pode estar enfrentando uma condição chamada Brainrot. Esse termo, que significa algo parecido com “podridão cerebral”, surgiu pela primeira vez em 2007. E, o que foi criado para ser uma brincadeira, acabou se tornando um distúrbio que virou tema de pesquisadores.
De acordo com Gisele Hedler, especialista em comportamento humano, desde cedo as crianças estão suscetíveis a sofrerem com o bombardeio das mídias sociais, e por isso é preciso adotar hábitos saudáveis e equilibrados para se esquivar do problema.
O Brainrot refere-se à ideia de que consumir grandes quantidades de conteúdo considerado “fútil” ou de baixa qualidade pode prejudicar a capacidade mental, resultando em uma espécie de “podridão cerebral”, comenta Hedler.
“Isso pode incluir o consumo excessivo de redes sociais, programas de TV de baixa qualidade, fofocas, memes e outros tipos de entretenimento que não oferecem valor educacional ou cultural significativo”, diz,
Esse tipo de consumo pode levar a uma diminuição da capacidade de concentração, pensamento crítico e criatividade. O assunto ainda ganhou mais atenção em uma sociedade onde crianças, cada vez mais novas, tem acesso ilimitado a internet.






