Na última quarta-feira (19), Emircley Júnior, funcionário da clínica veterinária suspeita de fornecer ketamina para a família de Djidja Cardoso, teve a prisão preventiva convertida em domiciliar com monitoramento de tornozeleira eletrônica.
Cícero Túlio, delegado titular do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), confirmou a informação, e também o término do Inquérito Policial (IP) da Operação Mandrágora, que investiga a suposta seita religiosa organizada pela família Cardoso.
Segundo Túlio, o pedido de prisão domiciliar veio a pedido do próprio delegado por ele ter colaborado com as investigações e conclusão do inquérito, além de sua participação ter sido em menor importância, se comparado com os outros envolvidos. Emircley foi liberado para a prisão domiciliar na manhã de ontem e cumpre outras medidas cautelares.





