O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, apresentou formalmente, uma proposta para reclassificar a maconha como uma droga de baixo risco, marcando um momento histórico que poderia alinhar a política federal com a opinião pública do país.
De acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, 88% dos americanos acreditam que a maconha deveria ser legalizada para uso médico ou recreativo, enquanto apenas 11% se opõem completamente à sua legalização.
Atualmente classificada como uma substância controlada de nível 1, com alto potencial de abuso e sem reconhecimento para uso medicinal desde a aprovação da Lei das Substâncias Controladas em 1970, a maconha pode estar prestes a passar por uma reclassificação histórica. No entanto, nos últimos anos, leis estaduais têm permitido que os estados decidam sobre suas próprias políticas relacionadas à cannabis.
A proposta visa mover a cannabis para a Lista III de substâncias controladas, juntamente com drogas como a quetamina e analgésicos que contenham codeína, caracterizadas por um potencial de dependência moderado a baixo.
Embora a reclassificação proposta não legalize instantaneamente a maconha em nível federal, ela pode abrir caminho para um maior acesso à droga para fins medicinais e impulsionar as indústrias nos estados onde seu uso já é legalizado.
Atualmente, trinta e oito estados e a capital, Washington, legalizaram programas de cannabis medicinal, enquanto vinte e quatro permitem seu uso recreativo.







