O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, anunciou que deixará em junho a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), depois de dois anos no comando da Corte. Ele assumiu a presidência do TSE em agosto de 2022.
Alexandre de Moraes teve de lidar com o aumento da violência política e com a eleição mais disputada desde a redemocratização, o processo eleitoral de 2022, que levou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao seu terceiro mandato, e deixou o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível até 2030.
Sob sua presidência, o ministro emplacou um endurecimento das normas contra a propagação de notícias falsas e a desinformação nas redes sociais, diante de um cenário de falta de regulamentação sobre as novas tecnologias, e de intensificação do uso da internet para ataques.
Nesta terça-feira (7), haverá a eleição que definirá a ministra Cármen Lúcia como nova presidente do TSE, que tomará posse a partir de junho. Caberá a ela, comandar as eleições municipais de 2024.
Esta será a segunda vez que ela assumirá a presidência do TSE e terá como principal tarefa comandar a Corte eleitoral durante as eleições municipais deste ano, que acontecerão em outubro. Ela já sinalizou que continuará o enfrentamento às fake News. Além disso, promete ser implacável com o uso o indiscriminado da inteligência artificial (IA) no pleito.





