O termo “afropaty” tem sido utilizado nas redes sociais para se referir a mulheres negras bem-sucedidas, com alto poder aquisitivo e inseridas em espaços majoritariamente ocupados por brancas.
Originário da expressão “Black American Princess”, utilizada para nomear mulheres negras com boas condições econômicas nos Estados Unidos, as afropatys também são conhecidas no Brasil como “pretas patrícias”, mulheres negras que se vestem e vivem como “patricinhas”, sendo um marco de empoderamento e do combate ao racismo.
É uma tendência que tem se tornando cada vez mais popular e que vai muito além de um estilo fashion. A intenção é destacar mulheres que buscam conhecimento, independência e o alcance de direitos anteriormente reservados apenas às mulheres brancas.
Errado quem pensa que o “Afropaty” se restringe apenas a roupas de grife, bolsas e saltos. É a expressão do direito da mulher negra de reivindicar seu lugar de poder na sociedade, de colocar a sua representatividade para que todos notem. Exemplos não faltam. No mundo real, várias personalidades e artistas como Beyoncé, Rihanna, Card B, Megan Thee Stallion entre várias outras são referências do movimento. No Brasil, também temos nomes de peso que destacam a estética afropaty, como Taís Araújo, Iza, Ludmilla e a esposa Brunna entre várias outras.










