Estabelecido em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o dia visa trazer para o debate questões acerca dessa condição do neurodesenvolvimento humano, e difundir informações, e reduzir o preconceito que cerca as pessoas afetadas pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O autismo afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo, de acordo com dados levantados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
O TEA é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, podendo envolver outras questões como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas. As pessoas com autismo muitas vezes enfrentam estigmas sociais e são mal compreendidas devido às suas diferenças no comportamento e na comunicação.
No Brasil, existe uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conhecida como Lei Berenice Piana, criada em 2012, que garante aos autistas o diagnóstico precoce, tratamento, terapias e medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além do acesso à educação, proteção social e trabalho.










